Retornar à página inícial
Bairro
poesia
Espaço Aberto
Informativo AIB
Linha Direta
Palavras da Cúpula
Alberto Gonzalez - Ecologia Humana
Carol Amim - Beleza
Cleci Meneghel - Opinião

















Início  |  Expediente  |  Sitemap  |  Anuncie  |  Fale Conosco

CÂNTICO AO SOL

Quando o Sol desponta, nascendo para o dia, canto.

Dissipam-se desditas, enfileiradas sombras vão sumindo.

Apresento-me ao mundo de braços abertos. Rindo

ao ver desabrochar a inocência, sem rumor de pranto.

Quando o Sol brilha sobre o céu azul, tal qual um manto

de luz dourada, desdobrando em claridade o firmamento.

Corro em alamedas de flores multicores, ó encantamento

e o pensamento acompanha a aurora no manifesto santo.

Quando o Sol esclarece as trevas me alegro tanto,

passo a limpo o caminhar, bendigo os dons que recebi,

de joelhos agradeço, enternecida, os dias que vivi

e novas estradas percorro em busca de encanto.

Quando o Sol no horizonte desce, eu já não me espanto.

Sem o anoitecer não há o novo dia. Tudo é tão breve.

O amanhecer é abraço de esperança, beijo de brisa leve,

translação de almas caminhantes da luz, em canto.

Luciene Freitas


BONECA DE PANO

Boneca de pano,

molinha, fofinha.

Esquecida num canto,

sujinha, sozinha.

Ninguém te procura

boneca de pano,

nem brinca contigo

já faz tantos anos.

Quantas vezes apertadinha

dormias no mesmo leito.

Ficavas tão caladinha

bem juntinho do meu peito.

Da menina que cresceu

tão longe do coração.

E da vida que viveu

refletes a emoção.

Da esquecida bonequinha

foram-se os antigos laços.

Quem sabe, outra menininha

ainda te leva nos braços?

(Luciene Freitas – do livro Brincando só)

... ...




Lughar Imóveis - Recreio dos Bandeirantes - Barra da Tijuca - Vargem Grande - Vargem Pequena

Aulas Particulares de Inglês na Barra da Tijuca

Seu Anúncio Aqui

Clínica Rio Gastro

... ...


This Webpage Copyright © 2008 by Steve Redditt Web Marketing Solutions International